Emma continuava atrás da enorme pilastra, os pensamentos disparados como um tornado. A sua respiração irregular parecia ecoar pelo grande corredor do hospital. Sobressaltada, ela segurou o filho com força ao ver a Doutora Mancini se aproximar.
— Está tudo bem? — A voz da médica era serena, mas surpreendeu Emma, que retrocedeu alguns passos.
— Ah, você fala o meu idioma, — Emma tentou disfarçar o nervosismo com um sorriso forçado.
— Sim. — A médica sorriu de volta, em um gesto acolhedor. — Você