Rocco Pussenti
Suando feito um porco, despertei após mais um pesadelo de merda, com lembranças reais que insistiam em me assombrar. Ainda podia sentir a dor da borracha chicoteando o meu corpo, o cheiro fétido de esgoto do porão onde Sandra, a vadia de merda da minha madrasta, me deixava por dias.
O prazo da minha agonia era o tempo em que meu pai ficava fora. Quando Nero chegava, eu já estava limpo, no meu quarto, jogando videogame como um garoto normal.
Quantas vezes tive vontade de contar a