O caminho de volta pela estrada de terra estava imerso em um silêncio aconchegante, cortado apenas pelo ronco contínuo do motor da velha Ford e pelo feixe de luz amarela dos faróis rasgando a escuridão do cerrado.
O quentão e a dança haviam deixado meu corpo leve, relaxado e com uma sensação deliciosa de calor que se recusava a ir embora. Eu estava jogada no banco do passageiro com o assento levemente reclinado, olhando para o perfil desenhado de Gael à luz fraca do painel da caminhonete. A nav