O pátio do galpão estava fervilhando quando Gael estacionou a Ford velha entre uma picape e dois cavalos amarrados na cerca.
Assim que abri a porta, fui atingida por uma onda deliciosa de estímulos: o cheiro de fumaça de lenha queimando nas fogueiras de chão, o perfume doce de quentão com canela e cravo, o chiado da carne de sol assando na brasa e o som altíssimo e animado de um trio de forró pé de serra que tocava no palco improvisado lá dentro.
Gael deu a volta no carro, parou na minha frente