Não precisei abrir os olhos para saber quem estava a me carregar no colo. O cheiro de uma colônia inebriante e o toque bruto já me diziam por si só quem estava a me segurar.
— Sabe que posso andar sozinha, não é? — perguntei, retoricamente, ainda de olhos fechados, enquanto sentia as batidas de meu coração acelerarem ao ser atingida por memórias vívidas da minha manhã nada agradável.
— Gosto de te ter em meus braços, meu amor — disse Dominic, como sempre em meu idioma. Ele sempre falava comigo