Eu me obriguei a não derramar uma única lágrima inútil enquanto me afastava de Isabella e Bernardo, mesmo que sentisse um bolo na minha garganta. De nada adiantaria chorar.
Quando cheguei na metade da longa escada, descendo do segundo para o primeiro andar da mansão em direção à sala de entrada da mesma, eu não pude evitar de arregalar meus olhos ao ver Isabella sentada confortavelmente no sofá com uma garrafa de vinho em suas mãos.
— Cunhadinha! — ela praticamente gritou ao me ver completame