— Eu não acredito em você, meu anjo — sussurrou contra meu ouvido, me fazendo ficar arrepiada dos pés à cabeça.
— Mas deveria — retruquei, sem conseguir evitar. Já estava cansada dessa insistência dele em me acusar de algo que eu nunca faria em sã consciência. — É como eu te disse, Dominic: eu não tenho motivos ou força de vontade para tentar me matar afogada — disse, colocando minha cabeça sobre o peito dele, ouvindo as batidas compassadas do coração de Dominic. — E, convenhamos: se eu realme