Beijei seu pescoço, dando suaves chupões em sua pele que deixariam marcas no dia seguinte.
— Diga que você é minha — exigi, beijando sua pele delicada. — Me diga que você me pertence, Luísa — falei roucamente perto do ouvido dela. Porra, senti meu membro endurecer mais na minha calça enquanto meu desejo e a vontade de marcá-la por inteiro de maneira mais profunda como minha se tornava quase insuportável.
— Eu sou sua, Dominic. Só sua... — murmurou entre respirações rápidas, me encarando com