Clarice havia passado a semana de mal humor, deixando o Doutor navegando solitário num mar de fantasia e fracassos.
Enquanto descansava em seu consultório, varias imagens femininas flutuavam em sua imaginação.
Uma delas era de Natasha, uma americana de descendência russa que conheceu quando estudava nos Estados Unidos e que Clarice nem desconfiava de sua existência.
Natasha era branca, mais alta do que Clarice, pernas longas e que fumava como uma estrela de Hollywood da década de 1950.
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