Arthur
Ela larga a minha mão para enlaçar o meu braço, apoiando a sua cabeça na lateral do meu ombro, e isso parece tão íntimo e tão certo. Em minutos adentramos um salão não muito grande, simples, com algumas mesas e cadeiras de madeira rústica, e pouco movimento. O som ambiente toca uma música animada, que faz Nathalia se mexer um pouco. E eu penso que ela gosta disso. Da alegria. De dançar. De sorrir.
E me pego sorrindo com isso.
— Boa noite! — Uma garçonete fala, assim que ocupamos uma mesa