Nati
Oito anos depois…
— Bom dia, meu amor!
Cantarolo ao entrar no quarto do meu filho e, como sempre, abro as cortinas para a luz do dia invadir o cômodo. Lucas se espreguiça na cama e abre o primeiro sorriso matinal, que mexe com o meu coração de mãe.
Retribuo o seu sorriso.
— Bora acordar?
— Mamãe!
E lá está a empolgação que tanto amo. Não seguro mais o sorriso quando ele abre os braços para mim, e não meço distância para me aproximar dele. Contudo, não o abraço, porque ele não suporta toque