67. Armando
A ENTREGA.
— Está confusa agora?
Inquiro baixo demais, porém, ríspido, tirando-a do chão e prenso o seu corpo contra uma parede metálica, tomando a sua boca logo em seguida, sem esperar a sua resposta. O som baixo do seu gemido desperta sentimentos que tentei abafar por anos. Sentimentos que insistiam em me atormentar. Que me colocavam a prova de fogo constantemente.
Eu nunca deveria tê-la deixado ir. Não devia ter aceitado aquele não como resposta. No fundo, fui tão covarde quanto ela foi.
E D