Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: VERONICA
“Verônica... ele é... ele é...” minha loba grunhiu, as orelhas baixas, o rabo encolhido, recuando para o fundo da minha mente, coagida. “O rei do inferno... é perigoso. Não podemos confiar.”
— Diga à sua loba que eu sinto o fedor do medo dela. — A voz dele arrastou-se sobre minha pele. As garras se fecharam no meu ombro com força, rasgaram a carne; grunhi, a dor aguda







