POV: SORAYA
Deslizando a ponta dos dedos pelo meu braço, ele deixou um rastro de arrepios que se espalharam pela minha pele como faíscas vivas. O toque dele era lento, preciso, quase cruel de tão controlado.
Quando finalmente se afastou, fez isso com aquela elegância irritante, se sentando na cadeira de forma impecável, como se fosse o dono do inferno, e, tecnicamente, naquele momento, era. Pegou a taça de vinho e a levou aos lábios, sem desviar os olhos de mim nem por um segundo.
— Isso é ridí