Assim que entrei no quarto, fechei a porta rápido demais. O som ecoou pelo espaço silencioso. Alto. Desnecessário. Mas eu não consegui controlar. Minhas mãos ainda estavam fechadas. Tensas. Tremendo levemente. Fiquei alguns segundos parada ali, de costas para a porta, respirando fundo. Tentando… segurar aquilo. Inútil. As palavras dela ainda estavam ali. Claras. Cruéis.
“Uma simples humana…”
Soltei uma risada baixa. Sem humor algum.
— Claro… murmurei, como se estivesse concordando comigo