Hanna
— Vossa alteza. — Minha mãe curvou-se, mas eu não.
— O que faz aqui?
— Hanna! — Ela repreendeu-me.
— Deixe-a, seria estranho se ela tivesse algum respeito.
— Hm — resmunguei.
Afinal, o que ele estava fazendo aqui?
— Nos deixe à sós, por favor — pediu a minha mãe e quase enxerguei outra pessoa, ele estava sendo educado.
Não se iluda, Hanna!
— Sim, vossa alteza. — Recebi seu abraço em seguida. — Não diga coisas impensadas, filha. Te vejo mais tarde.
Acompanhei ela até que sumisse de vista,