Saio do táxi tonta, encarando a fachada azul– claro da clínica.
A cor por alguma razão, me lembrava um dia ensolarado, sem nuvens e um céu azul. Também me lembrava da sensação de grama nos pés e o calor do sol em minhas bochechas.
Não devia estar sentindo paz, prestes a abortar um bebê.
Entro na clínica atraindo diversos olhares femininos ao me aproximar do balcão.
Uma mulher de aparência ranzinza estava sentada em uma cadeira giratória.
– Posso ajudar? – pergunt