Após mais uma rodada, Rhys levou Lucretia para o banho, onde demoraram um pouco mais do que o necessário, com beijos e mãos atrevidas.
— Não consigo ficar satisfeito! Quero sempre mais! — Rhys sussurrou no ouvido dela. Ele estava sentado bem atrás, uma mão em uma coxa de Lucretia, e a outra, no pescoço dela. Ele lambeu perto da orelha e sentiu a ruiva estremecendo e se derretendo. — Senta em mim, amor.
Lucretia, com os olhos meio fechados, levantou os quadris apenas o suficiente para que Rhys se posicionasse e ela desceu, lentamente, rebolando. O macho soltou alguns palavrões por entre os dentes.
Meia hora depois, os dois emergiram do banheiro e Rhys a tinha no colo, como uma noiva, e a depositou na cama. Ele beijou-lhe a testa.
— Não vou te ajudar a colocar a roupa, ou não saio daqui mais. — Ele falou, sorrindo de lado. Segurou o rosto dela com as duas mãos, ficando mais sério, então. — Vou resolver sobre os rogues e já volto, okay? Não saia do quarto. Tranque as portas. Já pedi