Uma ideia passou pela cabeça dele, que era poder ouvir os pensamentos alheios quando usasse a conexão, porém, ele descartou essa possibilidade. Isso seria demais. Invasivo demais.
Mesmo com o incômodo, ele continuou a comer. Aquele seria o dia em que as coisas se resolveriam. Ou, pelo menos, se encaminhariam para isso. E ele estava nervoso. A comida inclusive tinha gosto de papelão — o que ele achou curioso, porque nunca havia provado tal “iguaria”.
Minutos depois, ele escovou os dentes, arru