— Claro, pai. — Lucretia respondeu e deu um passo para o lado, abrindo passagem para que o Alfa pudesse entrar. Ele o fez e tinha as duas mãos juntas, esfregando uma na outra, nervosamente.
Assim que a porta foi fechada, Lucretia fez sinal para que Corrado sentasse na cadeira perto da mesinha, enquanto ela sentava na cama.
— Que sonho foi esse? E acordado? Tipo… uma lembrança?
Corrado assentiu.
— Olha, foi muito esquisito. Eu não sou do tipo que fica procurando significados em sonhos, mas… i