O asco subiu pela garganta de Lucretia, onde Kolby tocava, era quase doloroso. Mas ela engoliu. Ela tinha que aturar, por enquanto.
“Ser uma humana não é nada divertido! Menos ainda, conveniente!”, ela reclamou internamente.
— Lu, você tá me tentando! Sabe que eu te quero!
Os olhos de um azul profundo, quase escuros demais, de Kolby, estavam fixos nos cor-de-mar de Lucretia. Mesmo sem a loba, ela podia sentir o desejo dele tomando o ambiente e, claro, encostando nela.
“Não, se segura, Lu! I