Isabela estava diante da pia da cozinha, as mãos imersas em água morna onde pratos deslizavam suavemente. Bolhas de sabão dançavam entre seus dedos quando o toque do celular rompeu a quietude. Ela enxugou as mãos no avental ainda com espumas brilhantes nos dedos antes de pegar o celular vibrante.
— Hélio? — Ela leu na tela com sobrancelha levemente arqueada.
— Isabela. — A voz do outro lado soou tensa, quase engasgada em urgência.
— O que houve? — Sua resposta foi mais suave do que pretendia. D