A felicidade não chegou como um impacto.
Ela se infiltrou.
Entrou pelos espaços vazios deixados depois da tempestade, ocupou os silêncios que antes eram preenchidos por tensão, medo e vigilância constante. Elara Sterling percebeu isso no instante em que fechou a porta do apartamento de Damian atrás de si naquela noite.
Não havia pressa.
Não havia urgência.
Havia uma calma estranha, quase desconcertante, como se ambos estivessem pisando em território desconhecido — não externo, mas emocional.
O