O ciúme não era algo que Damian Blackwell costumava permitir.
Não porque fosse imune a ele, mas porque aprendera, desde cedo, a dominá-lo como dominava tudo o mais: enquadrando, nomeando, controlando. Ciúme era ruído. Era distração. Era fraqueza mal posicionada.
Ainda assim, naquela semana, ele passou a reconhecê-lo em pequenos gestos — e isso o irritava mais do que o sentimento em si.
Ele se pegava observando Elara Sterling com atenção excessiva. Não a atenção estratégica de um CEO que avalia