Anne Smith
O beijo iniciou lento, porém, logo se tornou quente e cheio de luxúria, Matheus pressionou ainda mais o meu corpo contra o seu e me prensou contra ele e a mesa, erguendo minha perna direita e apertando-a. Sentou-me sobre a mesa e ficou entre minhas pernas, trilhando um caminho de beijos que iam desde o meu pescoço até o meio dos meus seios.
Arfei, gemendo em seus lábios.
— Eu juro que do jeito que estou, te foderia aqui nessa mesa mesmo. — sua voz soou entrecortada e resfolegante. — Mas você merece mais do que isso.
— Não me importaria com isso, aliás, imagino que tenham câmeras aqui, o que tornaria tudo ainda mais excitante… — sorri de canto, fazendo minha voz soar carregada de malícia.
— Aaah, Anne… Me aguarde, pois a noite é uma criança e está apenas começando. — me beijou mais uma vez. — Vamos?
Levantei, ajeitando meu vestido, o olhando apreensiva.
— Tem certeza disso? — perguntei, mordendo meu lábio inferior.
— Não há com o que se preocupar, eu garanto.