William Taylor
Ouvi batidas na porta, olhei para o relógio e eram 14h. Tinha dormido bastante. Me levantei rápido e senti a perna fisgar; o ferimento recente me incomodava. A pessoa do outro lado da porta insistia na batida.
— Calma, já vou! — falei para que parassem de bater. Eu precisava vestir ao menos um cueca; não atenderia a porta nu.
— Boa tarde, senhor. — Aby me cumprimentou assim que abri a porta.
— Boa tarde. — retribui.
— É a senhorita Rose ao telefone, ela está furiosa. Ligou a manhã inteira atrás do senhor. Não o acordei antes porque vi a hora que chegou, mas agora ela até ameaçou mandar o seu pai me despedir.
— Fique tranquila, Aby. Irei atender a Rose agora mesmo.
Abigail saiu, mas não antes de eu pedir a ela que trouxesse meu almoço para o quarto. Peguei o telefone para atender a minha noivinha geniosa, que provavelmente ligou para o telefone de nossa casa depois de várias tentativas frustradas de ligar para meu celular.
— Alô.
— Will, não acredito que você ainda está