William Taylor
Ouvi batidas na porta, olhei para o relógio e eram 14h. Tinha dormido bastante. Me levantei rápido e senti a perna fisgar; o ferimento recente me incomodava. A pessoa do outro lado da porta insistia na batida.
— Calma, já vou! — falei para que parassem de bater. Eu precisava vestir ao menos um cueca; não atenderia a porta nu.
— Boa tarde, senhor. — Aby me cumprimentou assim que abri a porta.
— Boa tarde. — retribui.
— É a senhorita Rose ao telefone, ela está furiosa. Ligou a manh