Sophie Bailey
Chegamos na boate e como sempre, mesmo ainda sendo cedo, a fila do lado de fora estava imensa e a parte interna lotada. Coloquei a peruca no carro para não arriscar ser descoberta.
Passamos por diversas pessoas na intenção de encontrar o Max, mas nada vimos. Então, não querendo mais parecer uma barata tonta, decidi ir até o homem-armário que nos atendeu pela manhã, pedir informação.
— É... Boa noite, desculpa o incômodo. — ele me olha com cara de poucos amigos. — Não sei se lembra de mim, sou a nova dançarina. Poderia me dizer onde está o Max?
— Siga pelo mesmo corredor, ao final verá uma escadaria, suba e o encontrará.
— Obrigada.
Nos esbarramos com algumas pessoas já bêbadas. Alguns homens soltaram piadinhas e cantadas baratas para nós, porém, não nos importamos. Fizemos o mesmo percurso de antes, no entanto, andamos um pouquinho mais dessa vez. Finalmente encontramos a tal escada, subimos e procuramos pelo Max.
Varro o local com meus olhos, vendo vários homens bem ve