Alexander ficou em silêncio.
Ela esperou.
Ele não respondeu.
Era sempre assim. Um passo em direção à vulnerabilidade, três passos de volta ao controle. Emma deveria se acostumar. Deveria parar de esperar o contrário.
— Vou confirmar o jantar — disse ela.
— Emma.
De novo, ela parou.
— Sobre hoje.
O coração dela apertou.
— Não precisa explicar.
— Eu sei.
Claro que sabia.
Alexander Blackwood não fazia nada porque precisava.
— Meu pai gosta de transformar intimidade em dívida — disse ele.
Emma perm