Hoje, Ozan está diferente.
—Estou com dor de cabeça, então vou fazer um café para mim. O senhor aceita uma xícara?
Allah! A vontade de possuí-la e a fazê-la minha de vez me toma de um jeito que sinto meu membro crescer ao ponto de quase rasgar minhas calças.
Inferno, por que ela tem que ser tão apetitosa?
Preciso tê-la.
Desejo negado é uma merda!
—E então?
Eu pisco com sua nova pergunta, que me traz para a realidade:
—Não, obrigado. Tomei muito café hoje no hospital. Estou bem.
—Não quer mesmo? O senhor parece meio aéreo