Viviane segurava o celular, sem entender exatamente o que via, cobrindo a boca enquanto chorava, totalmente privada de qualquer consolo visual.
O seu esconderijo estava oculto por uma fila de estantes, tornando ela invisível para as pessoas do lado de fora. Sentada ali, a cafeteria parecia deserta para quem olhasse de fora.
O olhar de Sarah brilhou sutilmente, e ela se virou para o motorista, retirando o cartão bancário de Davi e entregando-o, falando com serenidade:
- Para nossa segurança, vam