Hazel
— Mande-os parar! Mande-os parar! — peço no mais completo pânico, mas eles não param e continuam avançando com seus ganidos raivosos. Logo sinto um par de mãos pesadas nos meus ombros e ao erguer a minha cabeça, encontro os seus olhos horrendos e brilhantes, apagando logo em seguida.
***
Um frio descomunal me faz abraçar o meu corpo trêmulo em uma tentativa absurda de me esquentar, mas é praticamente impossível. Atordoada, abro uma brecha de olhos e encaro as turvas grades brancas na minha