Constanza
No dia seguinte, aproveito que a pequena Kiara dorme no berço e pego o celular no quarto. Disco o número da Patrícia, sentindo o coração acelerar com a saudade.
— O telefone chama duas vezes e a voz animada dela ecoa do outro lado da linha:
— Quem é viva sempre aparece!
— Paty... Me desculpa por ter sumido durante todo esse tempo — peço, com a voz embargada. — É que eu realmente não queria ser encontrada.
— Eu sei, amiga. Mas como você está?
— Eu estou bem. Paty... eu não quis te con