CONSTANZA
Acordo devagar e estendo a mão para o lado da cama, ainda tomada pelo torpor do sono, esperando encontrar o corpo quente do Amadeo ao meu lado.
Meus dedos tocam apenas o linho frio e vazio do lençol. Abro os olhos aos poucos e encaro o espaço vago na suíte master, estranhando profundamente não vê-lo ali àquela hora da manhã.
Racionalizo que ele talvez tenha acordado mais cedo e descido para a área externa, mas uma inquietação súbita me faz levantar da cama imediatamente.
Visto o meu