Eduardo correu para um canto e entrou em uma sala, arrastando Alexandre junto. A porta se fechou sozinha e a dupla logo ouviu passos apressados do lado de fora enquanto as pessoas passavam correndo. “Existe realmente um intruso? Como alguém pode invadir tão facilmente?”
“Você não sentiu o cheiro do sedativo? Tem que haver um invasor em algum lugar. Vamos!” As vozes das pessoas foram sumindo quando elas saíram, aparentemente procurando pelo intruso.
Alexandre relaxou e olhou para Eduardo, dizen