Sou arrastada para longe da fogueira, as vozes e sons festivos se distanciando. Sabia que, se saísse pelos portões, não teria chance de voltar, e o destino de Dylan estaria selado.
Meu casaco rasga, a unha do homem corta minha pele, e com um movimento brusco, me liberto de suas mãos. Corro de volta pelo caminho de pedra em direção ao ritual, ignorando a dor pulsante em meu braço. Cada passo é impulsionado pelo desespero, consciente de que o tempo está se esgotando, e cada segundo nos aproxima d