E por todos os dias, durante treze meses, eu lhe dei meu sangue. Klaus não parecia desconfiar, sempre apreciava uma xícara de meu sangue diariamente durante as noites, como um ritual. Já era algo esperado entre nós; o sol caia, eu jantava em meus aposentos, depois Patrícia vinha me ajudar a me preparar, retirava um pouco do meu sangue, o suficiente para encher uma xícara, e depois pingava algumas gotas de sua poção, ai eu ia até os aposentos de Klaus, onde ele bebia a xícara e depois de uma lon