Júlia
— Sonhe com os anjos, filho! — sibilo baixinho, saindo da sua cama e do seu quarto logo em seguida, fechando a porta com cuidado.
Dentro do corredor, olho as horas no meu relógio de pulso e penso que dá tempo trabalhar um pouco nos croquis da Vitton antes do meu descanso merecido. E enquanto caminho para o andar inferior percebo a quietude dessa casa, que só não está completamente silenciosa devido o barulho da chuva que está caindo lá fora. Contudo, assim que adentro do escritório da man