Bennett
— Ela não te ama, meu filho. — Ela ralha com doçura e volta a dar os seus passos.
— Você é louca! — rosno irritado e vou atrás dela. — É uma psicopata! — berro.
— Não, eu sou a sua mãe! — Mara revida, virando-se para mim outra vez. — E sei o que é melhor para você, David Bennett!
— Não me trate como se eu fosse aquele moleque fraco e desprotegido, porque eu não sou! — rujo, segurando firme no seu braço.
— Sim, você é! Você é o meu menino, o meu garotinho. — Ela insiste e tenta me tocar,