Naquela mesma noite, Alarë tentou abrir os olhos; contudo, havia algo que pesava sobre eles, uma pressão incômoda, semelhante a uma pedra enterrada na própria carne, impedindo-a de despertar. O ar entrou em seus pulmões de maneira irregular enquanto ela lutava contra a dor terrível que lhe esmagava a cabeça. Parecia que alguém havia partido seu crânio ao meio e deixado as rachaduras expostas ao frio.
Debateu-se, tentando escapar daquilo que a prendia. Um grito rompeu-lhe a garganta quando o ar