Os dias e noites passavam como uma chuva torrencial.
Alarë havia melhorado muito, mesmo recusando os remédios trazidos por Singrun. Seu corpo parecia possuir um estranho dom para a recuperação. Os hematomas desapareciam aos poucos, a força retornava gradualmente aos membros e as dores já não a atormentavam como antes.
Em alguns momentos ela saía da cabana e permanecia diante da paisagem coberta de neve, observando os flocos caírem lentamente do céu cinzento. O silêncio das montanhas e da flor