Mundo de ficçãoIniciar sessãoO pai, diante daquela cena, respira fundo o orgulho visivelmente amargo em sua garganta.
— Se um dia quiser conversar novamente... as portas estarão abertas.— Talvez. — Diana responde, sem raiva, mas com a firmeza de quem não esquece. — Mas não por vocês. Por mim. E por esse bebê que carrego. Porque ele ou ela, que merece uma história diferente da minha.Sem mais uma palavra, ela se afasta. E eu a sigo, sem olhar para trás.Saímos daquela casa como quem fecha uma porta que nu






