Mundo de ficçãoIniciar sessãoFoi ele quem quebrou o silêncio:
— Então... você cresceu, filha.Sua voz era baixa, quase indiferente. A mulher ao lado dele levou a mão à boca, já chorando.Diana respirou fundo, firme, embora embargada.— Não graças a vocês.O embate estava oficialmente iniciado.O silêncio voltou, tenso. Diana apertou levemente minha mão antes de soltá-la e dar um passo à frente. Estava pronta.— Queremos explicar... — disse a mãe, a voz trêmula, ainda molhada pelas lágrimas.






