Alguns anos depois…
Acordo com um carinho suave no meu rosto. Mesmo de olhos fechados, sorrio ao sentir aquele toque familiar, quente, cheio de amor. Por um instante, tudo parece calmo, e é como se o peso do mundo tivesse desaparecido.
Abro uma fresta dos olhos e vejo meu pequeno Bento me fazendo cafuné. Seu olhar é tão doce que me desarma.
— Bom dia, mamãe! Fizemos seu café da manhã preferido! — ele diz, com um risinho travesso.
Ao me ajeitar na cama, encontro Henrique na porta, segurando uma