Declan entrou de supetão, com o coração martelando contra as costelas com uma força ensurdecedora. Seus olhos percorreram o lugar freneticamente até que a viu: Valentina estava encolhida em uma cadeira ao fundo, pálida como mármore, agarrada ao ventre com uma mão e ao telefone com a outra. Não havia sinal de Verônica; restava apenas o eco do veneno que ela havia soltado.
— Valentina! — exclamou Declan, chegando ao lado dela em dois passos. Ela levantou o olhar, e o que ele viu o aterrou mais do