Do lado de fora, sob a luz pálida da lua, Susan estava encostada contra o capô de um dos jipes blindados, as pernas cruzadas, os olhos dourados fixos no céu. O vento brincava com os fios ruivos soltos ao redor do rosto, e um pequeno sorriso curvava seus lábios.
Dmitry a encontrou assim, e sentiu o estômago apertar.
“Porra… Olha ela… Toda minha. Tão linda que machuca. Quero jogar no capô e foder ela até o sol nascer.”
“Minha malyshka. Meu inferno pessoal. Minha perdição.”
Ele cruzou o espaço en