Na pista, Mia levantava os braços, os olhos ainda fechados, como se estivesse em outro mundo, em outra vida. O vestido prateado refletia as luzes e a lua, como se ela tivesse sido moldada por constelações.
Ninguém ousava se aproximar.
Nem precisava.
Ela não estava ali para ser olhada.
Ela estava ali para existir.
E Bryan percebeu que o que mais o destruía não era o medo de perdê-la para outro...
Era o medo de que ela não precisasse mais ser resgatada.
Que ela tivesse se resgatado sozinha.
Ben,