— Vai deixá-la morrer, então?! — gritou Axel, rompendo o silêncio com sua própria dor.
O eco da voz dele reverberou nas paredes de pedra, partindo o ar em mil estilhaços de desespero.
O jovem guerreiro deu um passo à frente, os olhos marejados, a garganta tremendo de emoção.
— É igual a Daemon! — cuspiu, e ali havia não só revolta, mas medo. Medo cru, pulsante, de perder Mia.
O ambiente inteiro pareceu se curvar sob o peso daquelas palavras. O ar ficou denso, quase palpável. O som das chamas na