A primeira luz do amanhecer encontra-me presa no inferno que eu mesma criei. Cada músculo do meu corpo grita em agonia, uma dor profunda e latejante que se espalha das minhas entranhas até as coxas, lembrando-me a cada instante da noite anterior.
Estou nua sob os lençóis de seda de Alex, o calor do seu corpo uma marca de fogo contra as minhas costas, como se aquele toque tivesse marcado minha pele para sempre, como uma tatuagem invisível que arde e não desaparece.Tento me mover e um gemido ba