Ellora se virava na cama como se procurasse um lugar para se proteger, olhando o celular e as últimas mensagens que recebeu, já era bem tarde. Mas não seria motivo para não responder.
A diferença de horário teria que ser o menor dos problemas. Foi o combinado.
Então olhava para Martha que estava atenta, observando a filha pela primeira vez em anos, totalmente perdida em pensamentos.
— Eu vou dar uma chance. Não sei se quero pensar no depois. Já quero fugir se eu pensar nisso. – E antes que p