Não sei o que realmente aconteceu comigo. A verdade é que agi por impulso. Mas, pela primeira vez, não foi um impulso desesperado por carência — foi... diferente. Beijar o Matt não foi premeditado, nem um teste para ver se ainda estava quebrada. Foi leve. Foi gentil. E, de certo modo, me assustou mais do que qualquer transa quente e suada com o Misa.
Porque o Matt não teve pressa.
Porque ele não queria vencer nenhuma corrida para chegar na "hora H".
Ele só queria estar ali. Comigo. No tempo que